“Pois que Timon, saindo do seu obscuro retiro, ousa erguer a voz para censurar e afiar o vício e o crime, fazer humildes advertências, e dar modestos conselhos aos que paulatinamente nos arrastam à situação deplorável e vergonhosa em que atualmente nos achamos, pede a justiça que ele também por seu turno compareça perante o tribunal, responda às acusações que lhe fazem, e dê razão de sua pessoa, atos, palavras e doutrinas.” João Francisco Lisboa, in ‘Jornal de Timon’