Desconhecia por completo a existência desse judeu austro-húngaro Joseph Roth (1894-1939), nascido ali pela Galícia, território hoje pertencente à Ucrânia. Acabo de ler seu Jó: romance de um homem simples, história que me pareceu ainda mais forte por ter eu dividido suas páginas finais com as que Lima Barreto dedicou à própria loucura e à [...]
Posts Tagged ‘Deus’
Primeiras impressões de Joseph Roth: sarcasmo e redenção
Posted in Literatura, Religião, com etiqueta Deus, Joseph Roth, Mal on Fevereiro 5, 2009 | 1 Comentário »
“Sein, Dasein, Heidegger é melhor que Heineken, uhh” (2x)
Posted in Filosofia, com etiqueta Bertrand Russel, Derrida, Deus, Infinito, Plotino on Janeiro 27, 2009 | 2 Comentários »
Tenho um critério, especial quando contraposto aos demais, para o estudo da Filosofia e para a distinção, no cânone, de a que realmente vale a pena dedicar estudo. Talvez ele lhes seja de alguma valia, este critério cujo principal peso, inclusive, está na contraparte que dele decorre e de que mais à frente falarei. Pois [...]
Sejamos perfeitamente óbvios (2)
Posted in Devaneio, Filosofia, Política, com etiqueta André Breton, Érico Nogueira, Conservadorismo, Cristianismo, Deus, Direita, Mário Ferreira dos Santos, Murilo Mendes, Perfeitamente óbvio on Janeiro 22, 2009 | Leave a Comment »
Já vi pessoas questionarem se, além da superioridade intelectual dos gostos aí implicados, bem como para lá de uma simples predisposição, um ânimo, uma nuança de caráter, há alguma justificativa “natural” para o conservadorismo. De maneira reta: se a opção (que só pode ser moral) pelo conservadorismo se trata da percepção de algo que você, [...]
Sejamos perfeitamente óbvios
Posted in Devaneio, com etiqueta Deus, Erros temíveis, Imaginação, Imortalidade, Infinito, Perfeitamente óbvio on Janeiro 12, 2009 | 1 Comentário »
Mesmo hoje, sempre rio um bocado quando lembro de professores a me contarem que, antigamente, o homem acreditava que o planeta Terra tinha o formato de uma pizza, e, caso ultrapassássemos sua borda, cairíamos infinitamente no nada. Convenhamos que era uma idéia fabulosa, algo a que valia a pena dar crédito ilimitado. De outra ponta, [...]