As duas vias

“Jesus lhes disse: ‘Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra'” (Jo 4, 34). Fernando Pessoa, em “Passos da cruz – XIII”, escreveu: “Não sei se existe o Rei que me mandou. / Minha missão será eu a esquecer, / Meu orgulho o deserto em que em mim estou…” Resta-nos aceitar que as duas vias só são válidas na medida em que possamos percorrer o caminho do meio.

2 thoughts on “As duas vias

  1. Robson, não sei bem onde você inferiu que para validade das duas vias exigiria a necessidade de uma terceira, seja qual fosse a via. Você poderia explicar melhor? De outra sorte, o que você entende por “valido”? Um caminho valido, neste caso, é um caminho legitimo para o conhecimento, ou simplesmente possível, ou ainda qualquer outra coisa?

  2. Olá, Joaquim.

    Apenas perceba o seguinte: nós só podemos viver entre a danação e a graça, entre a negação da santidade e a aceitação dela como um fim. Acostuma-se à primeira o medíocre; à segunda, enquanto humano, ninguém chega. Temos sempre de transitar entre os dois extremos.

    Um abraço,

    R.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s